quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Aula Pública dia 21/02/2018 - Quarta feira as 09:00 hs


Aula Pública, dia 21/02/2018 as 09:00, com produção de um documentário pela Net Claro Educação, venham participar!!
O TEMA da aula do dia 21 quarta feira nas ruas e vielas do bairro, sera elaborada sob o tema “Conhecendo o Território do Glicério e suas Transformações Urbanísticas”, os estudantes da EMEF irao percorrer o muro da escola narrando a trajetória dos desenhos que o cobrem – produzidos por eles mesmos em sala.
Cerca de 100 pessoas estarão presentes – entre alunos, docentes, gestores, integrantes de coletivos locais e moradores da comunidade do Glicério. Alunos paquistaneses, sírios e haitianos também integraram a expedição, que irá passar pelas ruas Anita Ferraz e dos Estudantes – com suas escadarias e consolidada como uma das primeiras ruas de lazer da capital paulista – e terminaremos na Vila Suíça, considerada pelo docente como um patrimônio do bairro.
Projeto acontece desde 2011 e já percorreu diversos pontos da cidade.
Eu prof de geografia analiso a importância de um projeto que transforma a cidade em lugar de aprendizado permanente. “As próprias crianças percebem que a aprendizagem não é só deles, e se expande para quem está fora da escola. Todos têm o direito de ouvir e aprender, e muitos não tiveram a oportunidade de estar dentro da escola. É fundamental que a educação saia desse círculo fechado e se amplie para o espaço urbano.”
Fotos e montagem do material de Tiago Reivax.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Aula pública sobre a cidade de São Paulo e sua área metropolitana.

Portal Entretanto de 02/02/2018
https://www.entretantoeducacao.com.br/aula-publica-sobre-cidade-de-sao-paulo-e-sua-area-metropolitana/

Em 2017, encerrei um projeto, idealizado juntamente a outros educadores e intitulado “A arte de ocupar os espaços educativos na Metrópole”, levando 90 alunos da Escola Municipal Duque de Caxias, localizada no bairro do Glicério, em São Paulo (SP) para uma visita monitorada em uma das unidades do Serviço Social do Comércio (Sesc) 24 de Maio, localizado na região da República, no Centro da capital paulista. Lá, estes estudantes puderam conferir a exposição “São Paulo não é uma Cidade”. Neste espaço, fizemos uma aula pública.



DenSinto que, influenciados talvez por isto, outros professores também estão tomando a iniciativa de levarem seus alunos para a rua. Estou recebendo muitos convites para dar a aula pública em outras escolas, além de palestras em universidades, lugares onde pude mostrar que é possível buscar a transformação da escola pública. Algumas universidades que conheci têm incentivado seus alunos e professores a se articularem para criarem as suas redes locais e, com isso, irem mais para o espaço público.

Quando me perguntam o que é necessário para as aulas acontecerem, digo que apenas articulação local e organização. Sair da escola qualquer um sai, mas dar uma aula pública já é diferente. Além de criar laços com os agentes da região, é necessário preparar a aula, pesquisando e estudando sobre o local a ser desbravado.

Nesta atividade de encerramento, cerca de 130 pessoas estiveram presentes – entre alunos, docentes, gestores, integrantes de coletivos locais e moradores da comunidade do Glicério,  além de alunos paquistaneses, sírios, haitianos, chineses e de outras nacionalidades que integraram com os alunos da EMEF.  Passamos pelas ruas Anita Ferraz e dos Estudantes– com suas escadarias e consolidada como uma das primeiras ruas de lazer da capital paulista – e terminou na Vila Suíça. Dentro deste projeto, as Aulas Públicas acontecem mensalmente e, nelas, estamos desencadeando nos alunos um processo de reconhecimento e ocupação do espaço público, principalmente na região do Glicério, considerada uma das mais vulneráveis do centro da cidade.

Antes desta aula, caminhamos pelos arredores da instituições e passeamos de ônibus. Ainda na mesma semana, desenvolvemos outras aulas públicas aprofundadas no tema “Cidade, Metrópole, Megalópole e Campo/Cidade”, mesma temática trabalhada no Sesc.


Com saídas regulares pelo entorno da EMEF, os alunos conhecem os equipamentos públicos e culturais dos arredores da escola (como o Museu Catavento, Sesc Parque Dom Pedro II, Sesc Carmo,  Sesc 24 de maio, Câmara Municipal de São Paulo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Sala São Paulo, Museu da Imigração Japonesa, Centro de Gerenciamento do Metrô, Instituto Tomie Othake, MuBE, Solar da Marquesa de Santos, Museu do Transporte entre outros) e pudemos ocuparmos a Vila Suíça, e todo o seu entorno, para a realização de uma aula pública, contando histórias sobre o bairro.

Sinto que, influenciados talvez por isto, outros professores também estão tomando a iniciativa de levarem seus alunos para a rua. Estou recebendo muitos convites para dar a aula pública em outras escolas, além de palestras em universidades, lugares onde pude mostrar que é possível buscar a transformação da escola pública. Algumas universidades que conheci têm incentivado seus alunos e professores a se articularem para criarem as suas redes locais e, com isso, irem mais para o espaço público.

Quando me perguntam o que é necessário para as aulas acontecerem, digo que apenas articulação local e organização. Sair da escola qualquer um sai, mas dar uma aula pública já é diferente. Além de criar laços com os agentes da região, é necessário preparar a aula, pesquisando e estudando sobre o local a ser desbravado.

Nesta atividade de encerramento, cerca de 130 pessoas estiveram presentes – entre alunos, docentes, gestores, integrantes de coletivos locais e moradores da comunidade do Glicério,  além de alunos paquistaneses, sírios, haitianos, chineses e de outras nacionalidades que integraram com os alunos da EMEF.  Passamos pelas ruas Anita Ferraz e dos Estudantes– com suas escadarias e consolidada como uma das primeiras ruas de lazer da capital paulista – e terminou na Vila Suíça.


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Morar e Brincar na cidade de São Paulo

Cartas ? A querida prof Joyce Santos.com sua turma ....
Sim! Trocamos experiências sobre os nossos espaços com crianças de outras escolas, através de cartas.
#4anoA  👊❤
Neste ano o 4 °A partcipou da oficina Morar e Brincar na cidade de São Paulo, desenvolvida pela estudante Hannah Brito do curso de Arquitetura e Urbanismo da USP, que tem como tema a percepção ambiental infantil do espaço urbano. As atividades foram realizadas por meio de desenhos das experiências cotidianas sobre os espaços de brincar, estudar e morar. O produto de cada oficina se transformou em cartas, que foram trocadas entre as crianças das escolas Emef Amorim Lima e Emef Padre José Pegoraro.










sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

II festival de mancala Awalé 2017


Mais um dia no Festival de Mancala Awelé com meus aluninhos Ivo, Thais e Mariane, da Emef Duque de Caxias.

Retrospectiva Imprensa Jovem 2017

Neste ano trabalhamos muito, mas infelizmente não tivemos muitas saídas para fora da escola. Cobrimos muitos acontecimentos novos, como: o grêmio estudantil, curta metragem, dia do desafio, cine clube, cinema com 7ºs anos e fora tantas outras atividades que foram essenciais para o desenvolvimento dos alunos.

O Imprensa Jovem abriu mais a mente com o projeto do Curta Metragem. Nós conhecemos o modo como o cinema e a tv e até mesmo como o Youtube trabalha.

Foi mais uma experiência incrível que os professores Janaína Monteiro e Nilson Watanabe, organizadores do projeto, Imprensa Jovem nos proporcionaram com esse outro lado da escola e aprendemos que na escola não é só lousa e giz.

Por Vitoria Camila Moreno Da Silva- 8ªB - IMPRENSA JOVEM

Torneio Municipal De Xadrez

Mais uma participação da Emef Duque de Caxias no Torneio Municipal de Xadrez, com os alunos Fernando Rocha e Amanda Cutrim.


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Apresentações da Mostra Cultural 2017

Assista a essa apresentação na mostra cultural 2017

Edição do curta projeto Grito do Glicério 2017

Alunos do Grito do Glicerio, na última quarta-feira, participaram da primeira edição do Curta Metragem que está sendo construído em parceria com as oficinas de Comunicação, com Marcos, Rose e Felipe.

Apresentações da Mostra cultural

Video de apresentação dos alunos da professora Moema

II Festival de Mancala Awelé 2017

Participação das alunas Karol Costa, Amanda Cutrim e Fabyane e com o Professor Nilson Yassuo Watanabe da Emef Duque de Caxias no Festival de Mancala Awelé.


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